Foram adicionados alguns contendo o material que será utilizado nas disciplinas que eu ministro no Curso de Administração.
Estes link's estão separados pelos nomes das disciplinas desde semestre, a saber "Sisitemas de Informação Gerenciais"; "Administração Estratégica" e Gestão de Serviços" e contém textos e slides em formato PDF.
Façam um bom uso do material!!!
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Arquivos de Texto e Slides
Sistemas de Informação Gerenciais
Administração Estratégica II
- As Origens da Estratégia - Texto
- As Origens da Estratégia - Slides
- As Origens da Estratégia - Slides - Continação
- Como as Forças Competitivas Moldam a Estratégia
- Como as Forças Competitivas Moldam a Estratégia - Slides
- A Melhoria Radical de Desempenho é Possível
- A Melhoria radical de Desempenho é Possivel - Slides
Gestão de Serviços
- Fontes de Crescimento do Setor de Serviços
- Os Serviços como Diferencial Competitivo em Empresas de Manufatura
- Os Serviços Como Atividades Internas de Apoio em uma Empresa
- As Operações de Serviços - I
- As Operações de Serviocs - II - Classificações
- Estratégia em Serviços - I
- Estratégias em Serviços II
- Estratégias em Serviços III
Sites Interessantes
A Dama do Conversível Vermelho
Filme que eu produzi durante a disciplina Computação Gráfica, ministrada pelo professor Alexandre Cardoso no curso de Mestrado em Ciências pela Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Uberlândia - UFU em dezembro de 2007. Josney Freitas
A Dama do Conversível Vermelho - UFU - 12/2007
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
A Dama do Conversível Vermelho
Assistam ao Filme que eu produzi como trabalho da disciplina Computação Gráfica, ministrada pelo Prof. Dr. Alexandre Cardoso no Curso de Mestrado em Ciências da Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Uberlândia - UFU.
As imagens foram criadas com o Pov-Ray e editadas com o Windows Movie Maker.
http://www.youtube.com/watch?v=2FoWb3iqhOA
As imagens foram criadas com o Pov-Ray e editadas com o Windows Movie Maker.
http://www.youtube.com/watch?v=2FoWb3iqhOA
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Pequenas e Médias Empresas e a Taxa de Mortalidade
As Pequenas Empresas (PEs) sempre exerceram um papel proeminente na economia de seus países[1]. Essa importância pode ser verificada perante vários aspectos como: contribuição significativa na geração do produto nacional; absorção de mão-de-obra, inclusive a menos qualificada; flexibilidade locacional, desempenhando importante papel de interiorização do desenvolvimento; caráter predominantemente nacional, pois há utilização absoluta do capital privado nacional; desempenho de atividades de auxílio às grandes empresas, como distribuição e fornecimento, atividades as quais efetuaria com pouca eficácia[2].
Para certas atividades econômicas, do ponto de vista econômico-social, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) são mais eficazes que as grandes, no entanto, os índices de mortalidade das PMEs são elevados. Os motivos podem ser de ordem externa ou interna. Externamente, o que ocorre é que os preços de compra são impostos pelos fornecedores e os de venda pelos cliente, assim as PMEs acabam sendo esmagadas no meio desse “sanduíche”. Quanto aos motivos internos[3], destacam-se a baixa capacidade de adaptação a mudanças no ambiente, a estreita vinculação empresa-empresário, os poucos recursos financeiros, o proprietário sem formação adequada. Este ultimo, acaba criando problemas infindáveis para a empresa como ausência de objetivos, estrutura organizacional informal e inadequada, ausência total de sistemas administrativos e de controles, decisões centralizadas no empresário e liderança autocrática, baixo nível de informação sobre o mercado e sobre a concorrência, falta de previsões de venda e de resultados confiáveis, ações da empresa voltadas exclusivamente para vendas e finalmente, má gestão financeira, de estoques e da atividade produtiva.
No primeiro trimestre de 2004, o SEBRAE realizou uma pesquisa nacional, para a avaliação das taxas de mortalidade das Micro e Pequenas Empresas (MPEs)[4] brasileiras e os fatores condicionantes da mortalidade, para o Brasil e as cinco regiões, referentes às empresas constituídas e registradas nos anos de 2000, 2001 e 2002, com base em dados cadastrais das Juntas Comerciais Estaduais, revelando que 49,4% encerraram as atividades com até 02 (dois) anos de existência, 56,4% com até 03 (três) anos e 59,9% não sobrevivem além dos 04 (quatro) anos. Dados e informações de empresas extintas e em atividade foram levantados, especialmente considerando-se que são constituídas no Brasil, anualmente, em torno de 470 mil novas empresas.
De acordo com esta pesquisa, encontram-se em primeiro lugar entre as causas do fracasso questões relacionadas a falhas gerenciais, expressas nas razões: falta de capital de giro (indicando descontrole de fluxo de caixa), problemas financeiros (situação de alto endividamento), ponto inadequado (falhas no planejamento inicial) e falta de conhecimentos gerenciais. As causas econômicas conjunturais aparecem em segundo lugar, como falta de clientes, maus pagadores e recessão econômica no País, ressaltando que o fator “falta de clientes” pressupõe, também, falhas no planejamento inicial da empresa. Falta de crédito bancário é outra causa indicada, com 14% de citações. As falhas gerenciais podem ser relacionadas à falta de planejamento na abertura do negócio, o que leva o empresário a não avaliar de forma correta dados importantes para o sucesso do empreendimento antecipadamente, como a existência de concorrência nas proximidades e a presença potencial de consumidores na localidade do ponto escolhido, além de outros fatores.
[1] ALBUQUERQUE, A. F. Gestão estratégica das informações internas na pequena empresa: estudo comparativo de casos em empresas do setor de serviços (hoteleiro) da região de Brotas-SP. 2004. 209 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2004.
[2] BERALDI, L. C. Pequena empresa e tecnologia da informação: recomendações e roteiro de aplicação para melhoria da competitividade dos fabricantes de móveis do pólo moveleiro de Mirassol – SP. 2002. 283 f. Tese (Doutorado em Engenharia Mecânica) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2002.
[3] SANCHES, M. A. G. A influência dos estilos de gestão nas estratégias de inovação em pequenas empresas: um estudo multicasos de pequenas empresas do Pólo Tecnológico de São Carlos – SP. 2005. 145 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2005.
[4] SEBRAE – NACIONAL. Fatores condicionantes e taxa de mortalidade de empresas no Brasil. Brasília: SEBRAE/NA, ago. 2004. 56 p.
Para certas atividades econômicas, do ponto de vista econômico-social, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) são mais eficazes que as grandes, no entanto, os índices de mortalidade das PMEs são elevados. Os motivos podem ser de ordem externa ou interna. Externamente, o que ocorre é que os preços de compra são impostos pelos fornecedores e os de venda pelos cliente, assim as PMEs acabam sendo esmagadas no meio desse “sanduíche”. Quanto aos motivos internos[3], destacam-se a baixa capacidade de adaptação a mudanças no ambiente, a estreita vinculação empresa-empresário, os poucos recursos financeiros, o proprietário sem formação adequada. Este ultimo, acaba criando problemas infindáveis para a empresa como ausência de objetivos, estrutura organizacional informal e inadequada, ausência total de sistemas administrativos e de controles, decisões centralizadas no empresário e liderança autocrática, baixo nível de informação sobre o mercado e sobre a concorrência, falta de previsões de venda e de resultados confiáveis, ações da empresa voltadas exclusivamente para vendas e finalmente, má gestão financeira, de estoques e da atividade produtiva.
No primeiro trimestre de 2004, o SEBRAE realizou uma pesquisa nacional, para a avaliação das taxas de mortalidade das Micro e Pequenas Empresas (MPEs)[4] brasileiras e os fatores condicionantes da mortalidade, para o Brasil e as cinco regiões, referentes às empresas constituídas e registradas nos anos de 2000, 2001 e 2002, com base em dados cadastrais das Juntas Comerciais Estaduais, revelando que 49,4% encerraram as atividades com até 02 (dois) anos de existência, 56,4% com até 03 (três) anos e 59,9% não sobrevivem além dos 04 (quatro) anos. Dados e informações de empresas extintas e em atividade foram levantados, especialmente considerando-se que são constituídas no Brasil, anualmente, em torno de 470 mil novas empresas.
De acordo com esta pesquisa, encontram-se em primeiro lugar entre as causas do fracasso questões relacionadas a falhas gerenciais, expressas nas razões: falta de capital de giro (indicando descontrole de fluxo de caixa), problemas financeiros (situação de alto endividamento), ponto inadequado (falhas no planejamento inicial) e falta de conhecimentos gerenciais. As causas econômicas conjunturais aparecem em segundo lugar, como falta de clientes, maus pagadores e recessão econômica no País, ressaltando que o fator “falta de clientes” pressupõe, também, falhas no planejamento inicial da empresa. Falta de crédito bancário é outra causa indicada, com 14% de citações. As falhas gerenciais podem ser relacionadas à falta de planejamento na abertura do negócio, o que leva o empresário a não avaliar de forma correta dados importantes para o sucesso do empreendimento antecipadamente, como a existência de concorrência nas proximidades e a presença potencial de consumidores na localidade do ponto escolhido, além de outros fatores.
[1] ALBUQUERQUE, A. F. Gestão estratégica das informações internas na pequena empresa: estudo comparativo de casos em empresas do setor de serviços (hoteleiro) da região de Brotas-SP. 2004. 209 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2004.
[2] BERALDI, L. C. Pequena empresa e tecnologia da informação: recomendações e roteiro de aplicação para melhoria da competitividade dos fabricantes de móveis do pólo moveleiro de Mirassol – SP. 2002. 283 f. Tese (Doutorado em Engenharia Mecânica) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2002.
[3] SANCHES, M. A. G. A influência dos estilos de gestão nas estratégias de inovação em pequenas empresas: um estudo multicasos de pequenas empresas do Pólo Tecnológico de São Carlos – SP. 2005. 145 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2005.
[4] SEBRAE – NACIONAL. Fatores condicionantes e taxa de mortalidade de empresas no Brasil. Brasília: SEBRAE/NA, ago. 2004. 56 p.
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